arquitetura paisagistica
arquitetura paisagística kóra
ano
2024-25
local
curitiba, paraná – br
status
em andamento
área
1400 m2
cliente
agl e altma
equipes
Consultoria em Inteligência urbana: urbideias
Coordenação de Design sprint: urbideias
Arquitetura: NOMMO arquitetos
Interiores: Giuliano Marchiorato
Consultoria em sustentabilidade: Bloco Base
Naming e identidade visual: Croma Design
equipe do projeto
Andrei Crestani
João Mac Knight
Richard Viana
Marina Ferreira
sobre o projeto
Localizado no Portão, em Curitiba, o projeto paisagístico do KÓRA faz referência à gralha azul, que tem nome científico “Cyanocorax caeruleus” que, além de ser a ave dispersora do pinhão – a semente da araucária -, é uma espécie gregária e representa o equilíbrio da vida em comunidade, ponto primaz do projeto especialmente pela pré-existência da araucária no terreno que foi abordada como centralidade simbólica do projeto.
Pensando nas famílias que habitarão o empreendimento, a paisagem do Kóra é pensada para ser apropriada pelo olfato, tato e, inclusive, paladar: com uma seleção de ervas aromáticas, como o manjericão e a hortelã, e espécies frutíferas, como a goiabeira, a jabuticabeira e a grumixama, que é um tipo de amora do bioma local. Grande parte do projeto tem mobiliário com design exclusivo da urbideias, promovendo experiências brincantes e de relaxamento com ambientes identitários.
Tendo o bioma Mata Atlântica como inspiração, o projeto parte da premissa da abordagem da paisagem como infraestrutura verde. O projeto opta por 100% de espécies nativas, considerando também a atração e presença de fauna nativa, especialmente de aves e insetos como joaninhas – que favorecem o controle de pragas – além da automanutenção ecológica, em função da escolha de espécies nativas, adaptadas ao clima e solo locais.
De forma natural, a massa vegetativa foi estruturada e tecnicamente composta de modo a atingir índices médios de absorção de 3.000 toneladas/ano de carbono pelas espécies.
Manifesto
do encontro entre precisão do construído
e espontaneidade do natural
se cria uma paisagem:
pura em sua forma
simples em suas cores
potente em sua capacidade de envolver, abrigar e regenerar
neste projeto, o traço conduz o concreto
à fusão com o natural
como numa simbiose, plano construído e o solo vivo
se sobrepõem em harmonia: o primeiro propõe ritmo,
o segundo convida à surpresas, desvios, entrelaces
assim cria-se um refúgio urbano,
que não busca contrapor o natural ao concreto,
mas harmonizar de forma una o contraste entre
solidez da forma e sutileza da vida
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