arquitetura paisagistica
moní
ano
2023-24
local
curitiba, paraná – br
status
em andamento
área
2000 m2
cliente
agl
render
Gian Lucca
equipes
Arquitetura: Sasis Arquitetura
Interiores: Horta e Vello
Consultoría em Inteligência Urbana: urbideias
Consultoria de Sustentabilidade: Bloco Base
equipe do projeto
Andrei Crestani
João Mac Knight
Richard Viana
sobre o projeto
Localizado no Alto da Glória, em Curitiba, o Moní é um projeto que convida a cidade a se reencontrar com seus próprios caminhos. Desde o térreo aberto, destinado a usos privados e públicos, o empreendimento propõe gentilezas urbanas que transformam o cotidiano: uma abertura que acolhe, convida e conecta pessoas.
O conceito nasce do resgate do boulevard da Avenida João Gualberto, imaginando a vida pulsando nas ruas, o vai e vem das pessoas, a energia de um passado que merece ser celebrado. Na esquina do projeto, uma praça com pedras e revestimentos inspirados no petit pavê tradicional de Curitiba, combinada a canteiros de vegetação, cria um espaço que evoca o charme da capital — lembranças do calçadão da Rua XV e dos parques urbanos, reinterpretados por um design contemporâneo. É o futuro encontrando a história da cidade.
A força do empreendimento está justamente em sua decisão de abrir o térreo, mostrando que a vivência coletiva não gera insegurança, mas resgata a essência das ruas: caminhar, compartilhar a calçada, redescobrir o prazer de estar na cidade. O espaço aberto convida à fruição pública e ao domínio coletivo: pessoas atraem pessoas, transformando o térreo do Moní em um ponto de encontro, contemplação e experiência urbana.
O projeto também promove a mobilidade de baixo carbono, incentivando a caminhada pelo bairro e o uso da bicicleta. Entre seus atrativos, há um espaço de apoio ao café com espécies comestíveis, um cinema ao ar livre, espaço pet, rooftop com áreas de descanso e lazer, e uma arquibancada para contemplar o pôr do sol. Os mobiliários, inspirados em arcos e estruturas metálicas típicas da paisagem curitibana, reforçam a identidade local.
No paisagismo, a seleção de espécies nativas da Mata Atlântica celebra a biodiversidade e a preservação do ecossistema, ao mesmo tempo em que cumpre funções ambientais essenciais: redução de ruídos e gases de efeito estufa, aumento da permeabilidade do solo e regulação da umidade do ar. Cada detalhe transforma o Moní em um espaço vivo, onde a cidade respira, circula e se conecta de forma mais sustentável e prazerosa.
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